No outro dia reparei num detalhe curioso. Fui até ao Hospital como a querida da minha irmã fazer um raio-x. A criança foi com a mãe lá dentro e eu fiquei sentada nas cadeiras cá fora. Como devem calcular, tive muito tempo para reparar em todos os detalhes. Desde os azuleijos, à cor da parede, às rachadelas que nela existem. Às árvores que por ali andavam no meio do edifício. E do relógio que ali estava na parede.
Mesmo ao lado da porta do raio-x estava um daqueles relógios que existem nas paragens de comboios!
Assim tipo isto:
Aquilo intrigou-me. Não vou dizer que não. Não ficava ali uma coisa melhor? Eu percebo a coisa. O cenário acaba por ser o mesmo. Em vez de estarmos à espera do comboio estamos à espera da nossa vez para irmos tirar uma espécie de fotografia (explicação que se deu à criança sobre o que era um raio-x).
Não concordam comigo? Com tanto modelito de relógio tinham de escolher este? Eu sei que não é para ter nada de muito especial. Mas ainda assim.

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